A não balada
A não balada é um fundamento típico da cidade grande, que tem voltado a moda. São aquelas casas e clubes noturnos cuja política é fazer de tudo para que você não entre. E tem nego que acha hype.
A história começa pela localização. Primeiro, você rala o cu na ostra para descobrir onde fica o clube. Depois, rala para chegar lá. E por fim, rala para conseguir estacionar num lugar onde não te roubem até os pneus.
Segundo round: entrar. A hostess bonitinha parece ter feito curso de como ser irritante. Te trata com desprezo e grosseria, mesmo você pagando uma fortuna e tendo o nome na lista. Porque sem isso meu caro, nem boa noite.
Eis lá dentro, vai começar a diversão certo? Vai sonhando! Então descobre que o staff é despreparado, as filas são gigantes e os preços abusivos. E se você acha rico pagar trinta mangos numa água, não, você não é rico colega, é bobo.
Lugar escroto só vê meu dinheiro uma vez. Até este fenômeno voltar para os anos 90, vou de festinhas tipo “lá em casa”, ou noitadas em Gyn. Com concentração amiga e gente que também acha que a noite é mais do que aborrecimento, música cafona e uísque com flash power. Beijo!